10° lugar:
VIDEOGAME
Mr. Adrian Monk não pertence ao século XXI. Ele mal sabe ligar um computador e, quando o faz, consegue perder cada pequeno arquivo salvo na pobre máquina vítima de seus poucos conhecimentos em tecnologia. Misture isso com um barulho alto e frenético, como aquele que costuma acompanhar os jogos de videogame...
9° lugar:
UM CRIME MAL RESOLVIDO
Mas, muito pior do que não resolver um caso que lhe é dado pela polícia de São Francisco é resolvê-lo e, depois, chegar a conclusão de que estava errado. Monk passou por uma situação semelhante na última temporada da atração e não ficou nada feliz em descobrir que poderia ter se enganado quanto a um caso antigo.
8° lugar:
UM CRIME NÃO RESOLVIDO
Crimes tirão o sono de Adrian Monk. Não que ele esteja preocupado com o crescimento da violência em São Francisco ou estatísticas semelhantes. É que enquanto não resolve o caso que asumiu naquela semana, o capítulo não acaba. E o capítulo precisa acabar. Monk não consegue admitir a idéia de ter perdido algum elemento do quebra-cabeça.
7° lugar:
TIRAR NATALIE DE PERTO
A profissional mais importante da vida do Sr. Monk é Natalie, sua secretária inseparável que praticamente coloca a vida deles nos eixos. Adrian não consegue ir até a esquina se não tiver ao lado a loira que, com bondade e muita, mas muita paciência, agüenta todas as loucuras do detetive mais maluco da televisão norte-americana.
6° lugar:
MANDÁ-LO PARA NOVA IORQUE
Tem uma razão para que Monk more em São Francisco: cidade de colinas, é grande, movimentada, mas razoavelmente tranqüila. Dessa forma, não falta cimes para investigação, mas as turbulências das grandes cidades são ausentes e, portanto, inofensivas naquela parte do mundo. Tudo mudou quando, em um dos episódios, Monk teve que ir até Nova Iorque atrás de uma pista que poderia indicar o assassino de sua esposa.
5° lugar:
TROCAR A MARCA DO PURIFICADOR DE AR
Falando nas sessões de terapia freqüentadas por Adrian, uma das únicas vezes que seu psicólogo tentou mudar alguma coisa, por mínima que seja, em sua rotina, deu em desastre. Tudo por conta da troca de um simples purificador de ar. O barulhinho do motor era alguns decibéis (segundo Monk) mais alto que o antigo. O detetive não conseguiu se concentrar mais e obrigou o terapeuta a substituir o novo pelo velho.
4° lugar:
REAGENDAR O HORÁRIO DA TERAPIA
Com tantas manias, irritações e regras em sua vida, Monk precisa, naturalmente, freqüentar um terapeuta. Mas iso não quer dizer que o psicólogo não se submeta às loucuras do detetive. Nada de mudar o horário de sua sessão que, há anos, acontece rigorosamente no mesmo dia da semana e no mesmo horário.
3° lugar:
MUDAR SEU LENÇO DE LUGAR
Falando no tal lencinho, a peça tem um lugar absolutamente reservado para ela no guarda-roupa do detetive. Assim como cada uma das camisas, calças e sapatos que ele usa no dia-a-dia. Que, aliás, são sempre as mesmas, das mesmas cores, tecidos, etc. Portanto, bagunçar o armário do querido Adrian está fora de cogitação para qualquer personagem que esteja passando por São Francisco e preze sua vida.
2° lugar:
TENTAR DEIXÁ-LO DE FORA
Monk é um ex-detetive da polícia, que já resolveu milhares de casos para o departamento de São Francisco. Quando sua esposa morreu, a tristeza foi tão grande que ele precisou abandonar o emprego. Mas quem disse que Adrian admite que um cargo não passe por suas mãos? Depois de aplicar o lencinho, claro.
1° lugar:
APERTAR SUA MÃO
Se tem uma maneira infalível de deixar todos na sala constrangidos, é tentar apertar a mão de Adrian Monk. O ritual é o seguinte: ele foge de você até a exaustão, enquanto procura no bolso seu lencinho meigo e amigo, praticamente inseparável. Então, depois de apertar sua mão, ele limpa com cuidado cada um dos dedos.
E aí gostaram? Isso foi feito pelo site: estrelando.
Até logo monkófilos!

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